Combate à violência contra as mulheres

  1. Lei Maria da Penha nas escolas: encampar a aprovação do PL 123/2017, de Sâmia Bomfim, que dispõe sobre obrigatoriedade do ensino de noções básicas sobre a Lei Maria da Penha nas escolas municipais para fortalecer a prevenção à violência doméstica;
  2. Lutar por mais orçamento para manutenção e ampliação das redes de atendimento a mulheres em situação de violência na cidade, privilegiando a criação de novos serviços de administração direta;
  3. Pressionar o executivo para convocação de concursadas e contratação de RH para que as equipes dos serviços de atendimento às mulheres em situação de violência tenham condições de funcionar plenamente;
  4. Criação de uma central de vagas dos serviços municipais de atendimento a mulheres em situação de violência para que haja uma maior eficiência no encaminhamento dos casos, respeitando a situação de vulnerabilidade da mulher, e que seja integrada com os serviços de saúde da cidade;
  5. Criação de programa municipal de grupos de reflexivos com autores de violência doméstica contra a mulher na cidade, conforme previsto na Lei Maria da Penha, para evitar a reprodução e perpetuação da violência de gênero;
  6. Propor a criação de novos equipamentos de acolhimento a mulheres trans, como a Casa Florescer, compreendendo a particularidade das violências vividas por essas mulheres;
  7. Atuar pela aprovação do PL 798/2017, de Sâmia Bomfim, que combate o assédio sexual no transporte público da Cidade. 
  8. Criar o passe livre para as mulheres vítimas de violência, como propõe o PL 124/2017 de Sâmia Bomfim, por compreender que estas mulheres em situação de vulnerabilidade precisam do apoio do estado para reerguerem suas vidas.