Maternidade

  1. Fiscalizar o transporte público paulistano, garantindo a acessibilidade de mães com crianças pequenas e carrinhos;
  2. Garantir obrigatoriedade da implantação de trocadores em banheiros públicos (como os do metrô, de terminais de ônibus, de parques, universidades, etc), assim como de instituições privadas, como bares, restaurantes, padarias, shoppings, universidades privadas, entre outros. 
  3. Lutar pela ampliação do número de casas de parto e alas de parto humanizado em hospitais da cidade, implementando políticas que, não somente garantam um atendimento de parto e pré-natal humanizado, mas garantam educação perinatal para grávidas e puérperas.
  4. Incentivar, por meio de cursos financiados pela prefeitura, a formação de doulas que possam atuar nos equipamentos públicos de saúde da cidade.
  5. Fiscalizar e pressionar a prefeitura para zerar a fila de creches, priorizando a ampliação de vagas em CEIs de administração direta;
  6. Fortalecer a campanha CEI Amigo do Peito, o transformando em um programa da prefeitura para a garantia de aleitamento materno na escola. Garantir a infraestrutura e a formação necessária para que esta política se viabilize.
  7. Ampliação de programas de formação para profissionais de saúde do município visando a prevenção à violência obstétrica;
  8. Garantia de licença-maternidade para servidoras públicas, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias;
  9. Ampliação da licença-paternidade para servidores públicos para, pelo menos, 30 (trinta) dias;
  10. Mapear equipamentos públicos que já existem, assim como criar novos, que garantam, a partir da integração de educação, esporte e cultura, uma política efetiva  de contraturno escolar em todas as regiões da cidade, que tenha sensibilidade com as necessidades das famílias.
  11. Elaboração de um programa municipal que garanta renda por seis meses para mulheres que não possuem direito à licença-maternidade, como aquelas que trabalham no mercado informal.
  12. Elaborar políticas com uma perspectiva sensível a realidade das mães-solo da cidade, e que de conta de suas necessidades. 
  13. Fiscalizar para garantir a aplicação da Lei 16.047, de 04.09.2015, que assegurou à criança o direito ao aleitamento materno em estabelecimentos de uso coletivo, públicos ou privados.
  14. Garantir o direito de mães estudantes de continuar assistindo suas aulas caso tenham que trazer seus filhos consigo para as instituições de ensino.
  15. Criação de um programa integrado entre secretarias de educação, saúde e assistência social, que garanta auxílio psicológico e formação para mães de crianças com desenvolvimento atípico.