Pessoas com deficiência

  1. Ampliar o número de unidades e de vagas das Residências Inclusivas: hoje são 10 unidades com pouco menos de 200 vagas para um universo de cerca de 800 mil pessoas com deficiência moradoras da capital. As residências inclusivas são a alternativa mais digna de moradia para a pessoa com deficiência sem vínculo familiar. O serviço garante moradia digna, cuidados básicos de saúde e o mais importante: autonomia para a pessoa com deficiência. É conhecida a grande crise municipal de pessoas com deficiência sem vínculos familiares abandonadas em instituições de caridades e tratadas de forma infantilizada, sem estímulos e sem autonomia. Verdadeiros depósitos de pessoas – como denunciado pelo relatório da Human Rights Watch em pesquisa na cidade em 2018. Além disso, mostra-se necessária a criação de um serviço de acolhimento à pessoa com deficiência vítima de violência
  2. Maior investimento para a compra e dispensação de OPMs: órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção. Hoje a fila por uma cadeira de rodas, bengala, prótese ou qualquer OPM pode chegar a 6 meses. Neste tempo, se tratarmos de uma criança, muito provavelmente a cadeira recebida já não mais a servirá. É urgente que este processo seja agilizado e que as OPMs sejam entregues mais rapidamente via SUS. Além disso, deve ser garantida acessibilidade nos serviços de saúde, incluindo em seus equipamentos como macas adaptadas, mamógrafos acessíveis e demais
  3. Fortalecer a educação inclusiva sem deixar de respeitar as necessidades específicas de cada deficiência. Lutar pela garantia e aprimoramento das escolas bilíngues. Fortalecer Tecnologias assistivas, aprendizados e principalmente a eliminação de barreiras atitudinais devem ser prioridade, tendo sempre como horizonte a participação e envolvimento dos sujeitos atingidos por essas políticas públicas.