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Conheça Luana Alves 50505

Luana Alves é uma feminista negra e trabalhadora da saúde. Ao lado de Sâmia Bomfim e Mônica Seixas constrói o PSOL, o partido que é uma pedra no sapato de Jair Bolsonaro. Psicóloga formada pela USP, é especializada em Saúde Coletiva e Atenção Primária, tendo atuado em UBSs da zona oeste de São Paulo. Na universidade, Luana foi uma lutadora pela implantação de cotas raciais e sociais na USP. Foi lá também que conheceu a Rede Emancipa, um movimento social de cursinhos populares que proporciona o acesso de milhares de estudantes de escola pública à universidade. Nessas eleições, aceitou o desafio de ser uma porta-voz da luta antirracista, antifascista, das mulheres, das periferias, das LGBTQIA+ e ocupar a Câmara de Vereadora de São Paulo!

O que defendemos

  • Poder para as periferias
  • Combate ao racismo
  • Direitos das mulheres
  • Combate à violência de gênero
  • Defesa do SUS
  • Saúde mental
  • Defesa da educação pública
  • Direitos para as LGBTQIA+
  • Cultura
  • Direito à cidade
  • Luta antiproibicionista
  • Desmilitarização já
  • Defesa dos servidores públicos
  • Direitos de indígenas e quilombolas
  • Defesa dos imigrantes

Quem apoia Luana 50505 vereadora

  • Sâmia Bomfim
    Deputada Federal por São Paulo e líder do PSOL na Câmara Federal
  • Mônica Seixas
    Deputada Estadual e líder do PSOL na Assembleia Legislativa de SP
  • Silvio Almeida
    Jurista, filósofo, professor universitário e presidente do Instituto Luiz Gama
  • Paulo Lima "Galo"
    Militante do movimento de entregadores antifascistas
  • Débora Diniz
    Antropóloga e professora da Faculdade de Direito – UnB
  • Vladimir Safatle
    Professor do Departamento de Filosofia – USP

A política de cotas raciais, tão importante para combater a histórica desigualdade racial no país, está ameaçada.

Justiça para Marielle Franco

Já são mais de dois anos das execuções de Marielle Franco e Anderson Gomes. Até agora, só descobrimos quem apertou o gatilho, mas ainda não sabemos que mandou matar Marielle e por quê? O assassinato político não pode ser naturalizado no Brasil. Exigimos que essas respostas em nome da memória de Marielle Franco e de sua luta em defesa de mulheres, LGBTs, do povo negro e dos trabalhadores.